Módulo dinâmico que estimula a criatividade através de jogos, improviso e exercícios de expressão.
Mínimo: 8 participantes | Máximo: 25 participantes
Criatividade e Expressão
8 horas (4 sessões x 2h)
A(10–14) B (15–18)
Tiago Castro
Exercícios e dinâmicas criativas
Sala ampla
O foco é tirar travões: criar um ambiente seguro onde errar é divertido e onde ninguém se sente julgado. É a base de tudo o resto.
Os primeiros 20 minutos são de jogos de nome e de grupo, com o objetivo de criar cumplicidade e gastar a energia inicial. Segue-se 30 minutos de “jogos de aceitação” — o coração do improviso, onde se aprende a dizer “sim, e…” em vez de bloquear ideias dos outros. Depois, 40 minutos de jogos associativos rápidos (palavras, gestos, ritmos) que treinam o pensamento criativo sem filtro. Os últimos 30 minutos são de exercícios em duplas onde se constroem pequenas histórias absurdas a partir de palavras aleatórias, terminando com uma roda curta para partilhar o que descobriram.
Adaptação grupo A (10–14): mais movimento, jogos com objetos imaginários, ritmo elevado. Adaptação grupo B (15–18): introdução leve dos princípios do improviso (aceitar, somar, escutar), reflexão final um pouco mais elaborada.
Sessão dedicada a soltar a imaginação e a transformar ideias em ação concreta — comunicar com o corpo, com a voz, com objetos.
Inicia com 15 minutos de aquecimento dinâmico em forma de jogo. Segue-se 30 minutos de “transformação de objetos” — pegar num objeto banal (um pano, uma cadeira, uma cana) e transformá-lo em mil coisas diferentes através do uso e da intenção. Depois, 40 minutos de improvisos a partir de estímulos surpresa: imagens, sons, cheiros, frases recortadas. Os últimos 35 minutos trabalham a “história em cadeia” — exercícios em grupo onde cada participante acrescenta uma frase ou um gesto a uma narrativa coletiva, treinando escuta e construção partilhada.
Adaptação grupo A: estímulos visuais e fantasiosos, histórias com elementos mágicos ou disparatados. Adaptação grupo B: estímulos mais variados (notícias, citações, situações quotidianas), exigência maior de coerência narrativa.
Sessão centrada na dimensão comunicativa: como passar uma ideia, como ler quem está à nossa frente, como adaptar-se em tempo real.
Começa com 15 minutos de aquecimento focado em escuta e olhar. Segue-se 30 minutos de jogos de comunicação não-verbal — passar emoções, instruções e histórias só com o corpo, treinando expressividade e leitura do outro. Depois, 40 minutos de improvisos em duplas com “regras escondidas” (cada participante recebe uma intenção secreta e tem de a comunicar sem a revelar), trabalhando subtileza e adaptação. Os últimos 35 minutos são dedicados a “explicações criativas”: cada um tem de explicar ao grupo um conceito real ou inventado de forma o mais original possível — exercício que treina espontaneidade comunicativa sem cair em formato de oratória clássica.
Adaptação grupo A: conceitos a explicar mais lúdicos (como funciona uma máquina de fazer sonhos), maior componente física. Adaptação grupo B: conceitos com algum desafio (uma emoção, uma ideia abstrata), maior espaço para humor e ironia.
Sessão de fecho em formato celebrativo, onde se juntam todas as ferramentas das sessões anteriores num “menu” de jogos e improvisos à escolha do grupo. Não há apresentação — o objetivo é a experiência, não o produto.
Começa com 15 minutos de aquecimento integrado, recuperando os jogos preferidos das sessões anteriores. Segue-se 1h de “festival de improvisos”: o grupo passa por vários formatos curtos inspirados nos jogos clássicos do impro (substituições, improvisos com restrições, cenas a partir do público interno), em ambiente leve e divertido. Depois, 25 minutos de criação livre em pequenos grupos, com liberdade total de formato, apenas para experimentar. Os últimos 20 minutos são de roda final: cada participante partilha um momento que vai levar consigo, troca-se feedback informal e marca-se simbolicamente o fim do percurso.
Adaptação grupo A: conceitos a explicar mais lúdicos (como funciona uma máquina de fazer sonhos), maior componente física. Adaptação grupo B: conceitos com algum desafio (uma emoção, uma ideia abstrata), maior espaço para humor e ironia.
Tiago Castro tem dado vida a outras personagens marcantes em televisão e cinema, desde papéis humorísticos, como “Crómio” na série “Morangos com Açúcar” a interpretações dramáticas, tais como o excêntrico Renée na telenovela “Lua de Mel”, a Jaime Gama no filme “Soares é Fixe”.